Com o uso de tecnologias baseadas em dados e apoiadas por Inteligência Artificial, Machine Learning e IoT (Internet of Things), os próprios dados tornaram-se os ativos mais importantes das empresas, indiferente de mercado ou nichos específicos. A importância do uso correto deles é tamanha que, atualmente, com o advento de soluções cada vez mais potentes, as informações carregam o poder competitivo e a continuidade dos negócios no futuro, onde ignorar sua eficiência não é estar apenas arriscando, mas sim sentenciando o distanciamento das necessidades de cada mercado. O uso de dados interfere em todos os departamentos, desde melhoria nos processos industriais com redução de falhas, melhor qualidade dos produtos, até estratégias de marketing mais próximas dos objetivos a serem cercados.

Para que o uso de soluções digitais seja realmente eficiente, é importante que a qualidade dos dados siga a premissa de alto nível de tratamento e análise, onde a interpretação desses dados dentro de uma equipe responsável será apoiada em uma Governança de Dados responsiva e que respeite normas internas e legislações especificas sobre o uso das informações.

Para que os dados sejam utilizados de maneira correta e sem ferir direitos e necessidades adotadas por segurança, as empresas devem entender que o investimento na Governança irá validar a usabilidade estratégica das informações. Quando a arquitetura de dados é moldada de acordo com as necessidades da empresa, estes ativos estratégicos conseguem influenciar em diversos benefícios, além de correlacionar os objetivos do negócio com índices de alto rendimento e aceitabilidade de produtos, processos e atividades.

A força vital dessa preparação dos dados está na identificação de dados mestre, informações repetidas e situações anômalas que devem ser eliminadas ou verificadas com maior atenção, dependendo de cada necessidade. Em épocas de recursos mais escassos, a produtividade deve ser priorizada sem exigir mudanças estruturais muito grandes. Para que o uso de dados seja eficiente, construir uma Governança de Dados responsiva e ágil trará o fomento estratégico necessário às empresas.

Olhar para dados estruturais (chamados de Master Data) ajudará na priorização do uso das informações e acompanhamento das necessidades cada vez mais complexas de consumo e produtos, onde diversas indústrias lidam com diferentes canais de obtenção de dados, dos quais são cruciais às estratégias que ficam mais afuniladas e individuais.

Soluções em Master Data melhoram a eficiência da Governança de Dados e entregam informações sistêmicas que interagem melhor com o usuário. Futuramente, essas informações também terão uma melhor interação com as estratégias de cada negócio, respeitando a necessidade de cada situação e unificando informações cruzadas para trazer dados consistentes a serem usados.

O MDM (Master Data Management) proporciona uma visão integral do negócio, unificando dados de clientes, fornecedores e outras opções que podem ser escalonadas de acordo com cada necessidade. Essa flexibilidade permite que os ativos digitais sejam utilizados com maior rapidez em iniciativas de negócios cada vez mais eficientes, onde erros de dados, informações corrompidas e seus silos são eliminados, com apoio ainda de uma arquitetura responsiva que garante a qualidade de todo o processo.

A organização que estas estruturas fundamentais possibilitam trazem aos negócios um compartilhamento interno de dados mais responsivo, com uma visão 360 do negócio e de suas necessidades, permitindo que empresas ofereçam experiências melhores em atividades cada vez mais lucrativas e que não desperdiçam esforços em situações de risco. O benefício de estruturas que visam a utilização de dados mestre ainda ocorre na automatização de diversos processos cruciais, que só aumentam mais a qualidade das informações a serem analisadas no futuro.


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