A volatilidade gerada com o uso de Big Data leva empresas a modificarem as suas estruturas para se manterem sempre à frente, muitas enxergam em Business Intelligence Self-Service, o dinamismo necessário para acelerar os processos estratégicos, com a vantagem de conhecerem mais dos seus negócios e também, dos insights gerados por eles.

Optar por soluções de BI permite o direcionamento da TI para que trabalhe em maior concordância aos negócios da empresa, sem, no entanto, agregar mais funções a este já atribulado departamento. Esta aproximação acontece com a alta disponibilidade de informações gerada através de softwares e aplicativos, que disponibilizam dados em tempo hábil para serem utilizados com maior eficiência.

Melhorar a visualização e disponibilidade das informações é imperativo para a qualidade e funcionalidade estratégica das empresas, o gerenciamento de oportunidades lucrativas cresce a partir do aumento sobre o funcionamento de diversos departamentos e os seus índices de produtividades. Assim, a análise total do negócio deve permitir uma distribuição e consumo de dados mais simplificados, com mais independência dos departamentos estratégicos mediante a proposta de disponibilidade em tempo real de informações valiosas.

Optar por uma estrutura de dados Self-Service aumenta a interação das pessoas com às informações a serem analisadas, além disso, a solução não tem restrição de negócios para ser aplicada, podendo ser implementada desde pequenas empresas até grandes corporações, no entanto, este direcionamento das informações pode encontrar desafios na governança de dados, devido a situações conflitantes, formatos diferentes, desconhecidos ou duplicados.

Desacordos na governança de dados pode levar empresas a não serem bem-sucedidas em seus processos de análise Self-Service, por cona de direcionamento equivocado dos insights, baixa qualidade de dados, ou mesmo, uso de quantidade menor do que o exigido no processo.

Esta orientação errônea dos dados causa defasagem em diversos aspectos, influenciando inclusive, a segurança das informações e suas propriedades qualitativas quanto ao seu uso estratégico. Manter uma estrutura de dados responsiva é primordial para qualquer empresa que queira usar dados no cotidiano, no caso da análise em modelo self-service, é vital manter a segurança e integridade das informações, analisando ainda a eficácia da entrega destes dados, para que o departamento de TI não tenha que despender tempo a mais para tornar essa função realidade.

A preocupação com a estrutura das informações também eleva a confiança dos departamentos de negócios quanto ao uso de dados. Promover ambiente fértil para a colaboração entre os setores sem muitas barreiras, possibilita que a TI tenha mais autonomia para cuidar de situações mais exigentes e delicadas, enquanto os tomadores de decisões ganham autossuficiência a partir do processo natural em consumir dados de alta qualidade para análise estratégica, com disponibilidade e atualização das informações em tempo real.

À análise de dados realizada em modelo self-service cria grande vantagem competitiva para os negócios, essa abordagem analítica direcionada e em alta disponibilidade mostra informações valiosas com mais rapidez, ideais para que a tomada de decisão seja de acordo com o objetivo do negócio, com alcance dos resultados preteridos sem demora. A estrutura de dados fará papel principal na efetividade deste dinamismo, que deve ser de qualidade e com um departamento de TI alinhado às estratégias da empresa, para que auxilie na construção independente das análises de dados.


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