Todos os períodos da humanidade colaboraram gradativamente para o aumento da automação dos processos humanos. Nosso momento atual pode ser entendido como a quarta revolução industrial, entretanto, é apropriado explanar que vivemos a consequência natural da evolução científica pela tecnologia, onde as mais diversas ações da sociedade produzem dados valiosos que podem ajudar na melhoria do entendimento sobre a vida e nossas interações.

A quantidade colossal de dados que produzimos diariamente está diretamente entrelaçada a esta nova forma de interação, e infelizmente, a maioria das empresas não está preparada para isso.

O termo Big Data pode ser considerado amplo, mas é exatamente sua representação que indica o atual avanço emergente. No qual, por meio de extensos volumes de dados coletados, podemos obter informações que ajudem a compreensão de costumes e tendências futuras. As possibilidades são imensas, como, realização de estudos para aumento da segurança em infraestrutura de TI, melhoria do retorno das ações de marketing, aperfeiçoamento de processos em todos os mercados e até, prever movimentos sociais impactantes antes mesmo da ocorrência.

A usabilidade das informações trará poder para quem a possuir em maior quantidade e qualidade. A análise assertiva dos dados e a confiança digital estruturam a base desse momento, fazendo com a fase de preparação dos dados seja o ponto de maior atenção, para que erros não façam com que empresas caiam em descrédito em seu ambiente organizacional.

De maneira simples de exemplificar, os dados precisam ser peneirados e cruzados massivamente por softwares compatíveis a cada nicho de utilização, essa etapa crucial tem por objetivos a diminuição de falhas e inconsistências, de modo que toda decisão esteja pautada em informações claras com possibilidade de extrair alto valor das ações, mantendo ainda a segurança deste conhecimento gerado.

É adequado criar um ambiente propicio a simulações para o uso dos dados, definindo o delineamento suscetível de estratégias eficientes e suas variáveis no cotidiano.

Porém, Big Data não age sozinho. É preciso entender antes mesmo de começar o projeto de análise dos dados, que a tecnologia não apresenta insights milagrosos apenas por existir. Cabem as empresas o trabalho investigativo de entender seus problemas principais, unificar a conversa e conversão de metas de seus departamentos, além de principalmente, investir em ambiente apropriado com tecnologia de ponta, possibilitando que a formatação de ativos desestruturados virem informações rentáveis.

Muitas companhias olham para a prática ainda com resguardo, por conta de suas altas exigências, entretanto, é importante destacar que esse desdobramento tecnológico não tende a diminuir, sua franca expansão em nosso desenvolvimento tecnológico vem sendo empregada em muitos exemplos, como:

  • Descoberta de probabilidade em falhas de segurança (físicas e online);
  • Confecção de produtos cada vez mais ajustados as necessidades de mercado;
  • Estudo sobre mudanças comportamentais para melhora da produtividade sejam elas de pessoas (ex. atletas), ou empresas;
  • Delineamento dos impulsos atuais para criação de bens comunitários;
  • Diagnósticos detalhados antes que as doenças se manifestem (aumentando a reposta do tratamento, diminuindo o número e tempo de leitos ocupados);
  • Contenção de custos em todos os âmbitos;
  • Melhor compreensão comportamental e seus ciclos de consumo;

O tratamento de grandes volumes de dados pode representar inúmeros desafios à administração tradicional. A atualização recorrente das ferramentas e dos profissionais em Big Data é imprescindível para a conversão dos dados em valores, além da necessidade de acompanhamento contínuo, para estudo das adaptações que invariavelmente vão ser necessárias durante todo o projeto. Essas situações são normalmente esquecidas no escopo do projeto em Big Data.

Segurança precisa ser uma condição de extrema de atenção, visto que cada vez mais países regulamentam seus usos modificando as maneiras legais de utilização. Essas leis ajudam a integrar cada vez mais ética no uso das informações, porém, seus descumprimentos podem produzir o declínio irreversível do renome das companhias, além de acarretar onerosas e severas punições.

Para sucesso no uso de grandes quantidades de dados, as empresas devem passar por estudos analíticos a respeito de sua própria instituição, entendendo seus maiores problemas estruturais, e alinhando os objetivos a realidade de cada ocasião. O uso assertivo de Big Data vem para confirmar e potencializar a organização quando bem realizada, sendo necessário também que os departamentos conversem com clareza entre si.

Arquitetar o uso da tecnologia sem assessoria de uma empresa capaz de entender o completo valor de Big Data é uma adversidade que pode inutilizar a dinâmica, devido a percalços que vão sistematicamente ocorrer no caminho, e erros decisivos frequentes ocasionados pela indução da administração convencional.

As empresas não só devem como precisam de assessoria especializada, de modo a conseguirem extrair mais valor a partir das informações de seus dados. O estudo através de Big Data será determinante para que empresas continuarem em plena atividade. A ferramenta vem se mostrando cada vez mais importante para o nosso crescimento contínuo.

Big Data é uma questão de futuro, não se trata só de business.


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